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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Voltando...

Amores meus...
Há quantos meses sem entrar aqui? O que vi é que a última vez neste blog falei das minhas sobrinhas em minha casa.
Muita coisa boa e ruim (nem tão ruim...) aconteceu comigo.
Vou tentar atualizar isso aqui pouco a pouco. A vida está agitada e parar 5 minutos para o blog me está custando muito...
Bem, deixa eu dizer no que acabou o favor que minha mãe fez a mala da minha irmã.

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Vou recomeçar do ponto onde parei: sobre minha irmã.
Lembram que minhas sobrinhas, a Joanna e a Paula, ficavam aqui em casa enquanto seus pais trabalhavam?
Então...

A proposta da dona P., minha querida irmã, era a de minha mãe cuidar das netas ENQUANTO ELA E O MARIDO ESTIVESSEM TRABALHANDO.
Alguém entendeu outra coisa?  Acho que minha irmã foi a única.
O que aconteceu?
Numa bela sexta-feira, minha mãe, já cansada de cuidar das meninas desde às 6 da manhã até quando alguém chegasse, quase 10 da noite, recebe a "proposta" de sua filha de cuidar das netas para uma festa que ela teria mais tarde. Dona P. estaria em casa À TARDE para que minha mãe descansasse um pouco e, depois, as meninas viriam pra cá. Até aí, ambas partes de acordo - menos eu porque já estava achando too much. Só queeeeeeeee...

Dona P. ouviu seu marido dizendo que iria na rua para resolver uns problemas. Ela se manifestou e disse: ahhhm vou também para bater uma perna.

Oooooiiii?????

Quero esclarecer aqui que, neste exato momento, minha mãe estava com os olhos fechando de cansaço...

Bem, a Terceira Guerra Mundial eclodiu nessas bandas de cá de Niterói neste dia (mais ou menos em setembro passado).

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Desde então, muitas coisas aconteceram... Pra resumir - porque é moooita história - , dona P., pra variar, soltou os bichos com a minha mãe por alguma razão (ou sem nenhuma razão como lhe é de praxe) e eu saí em defesa da vovó Sheila. O que ela faz como retaliação? Me exclui do Facebook (#xati), fala mal de mim pra gato e cachorro e, o que é pior: PROÍBE MINHA ENTRADA NA FESTA DA PAULINHA, minha sobrinha que fez dois anos agora em janeira, 23.

Acreditam?

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Minha irmã, como sempre, enchendo nossos corações de alegria aqui em casa.

3 comentários:

  1. Mas olha, essa sua irmã, hein? Vou te contar... eu não entendo como existe no mundo gente assim, que pensa que os outros estão sempre à disposição e nasceram para lhes servir... que coisa.
    Sua mãe é uma santa!

    Beijo!

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  2. Eu fico sempre pisando em ovos na hora de comentar sobre essas situações, sabe? Porque, né?, tenho dois filhos. Mas acho que posso comentar visto que morro de pena da minha mãe. Sabe quando eu saí com Renato sem Caio? No show do Pearl Jam e no show da Alanis. Caio já estava ENORME (acho que com 9, 10 anos) e não dava trabalho nenhum. Esses dias tive que resolver umas questões na Secretaria de Educação. Adivinha o que fiz! Botei Artur no sling e parti! Minha mãe até estava aqui em casa, mas eu sabia que ela estava cansada e estava com pena de deixar Sr. Artur com ela. Ele só quer colo e isso cansa. Nossas mães são ótimas, mas elas já têm idade, né? Se criança nos cansa, imagine uma senhora de 60 e poucos... É preciso ter bom senso.

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  3. Olá,

    Eu tb tenho uma irmã fofa como a sua (na verdade, desconfio q elas são gêmeas e foram separadas no nascimento - rs)

    Brincadeiras à parte, minha irmã e eu brigamos feio pq cansei de ser maltratada por ela e a primeira providência q ela tomou, foi proibir q eu visse a minha sobrinha (além de jogar na minha cara q a família dela são o marido e a filha e se ela não batizou a bb até agora é pq ela não me quer por perto... Qta doçura...)

    Passei dois anos chorando aos sábados, engordei horrores (foram 4 anos cuidando da bb, desde recém nascida e assim do nada, cortaram o nosso cordão...) mas não desisti da bb.

    Me fiz presente mesmo assim: os presentes de Natal, aniversário, dia das crianças e Páscoa, nunca foram esquecidos! O meu pai era o intermediário e contava q a bb dizia: "...eu gosto da tia..."

    Sempre tive a certeza de q um dia seria cobrada por isto, caso esquecesse os tais presentes, afinal depois de tanto tempo de convivência c/alguém desequilibrada como ela, é preciso estratégia de gente doida tb - rs

    Enfim, depois de dois longos anos, ela autorizou q meu pai trouxesse a bb p/vir me visitar (olha o meu queixo caído lá no chão - rs). Foi uma noite de imensa alegria!!!

    Passado o choque inicial, entrei em pânico, pq agora eu tinha a dura missão de agradecer - uma única chance, uma palavra mal interpretada e tudo voltaria ao início (q a madame é cheia de mimimi, eu sei mas será q piorou?)

    Tomei coragem e somente uma semana depois enviei um torpedo. Após uma espera de 4 horas, ela respondeu dizendo q não sente raiva de mim mas somos diferentes, eu "sou a dona da razão" (será mal de irmã mais velha?) e q eu ficasse a vontade p/ver a bb, afinal não existe ex tia - momento p/os meus saltinhos de felicidade - rs

    Ela prefere q as coisas continuem como estão entre nós, ou seja, sem nos falarmos... Se eu vou discutir? Por enquanto não, aprendi a ficar quieta.

    Bjos,

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